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Foram-se os anéis ficaram os dedos


Entre as jóias desejadas estao as alianças de namoro, de noivado e de agora para o futuro, também de casamento.

Porque muito poucas coisas materiais são capazes de simbolizar essa coisa que todos queremos eterna que é o amor, pelo menos enquanto o sentimos, uma aliança deve ser feita dos materiais mais preciosos.

Se há coisa em que não deve poupar é na aliança de noivado, comprometimento ou casamento. Não esqueça que quer os noivados, quer os casamentos, tal como o amor e os diamantes, são apenas eternos enquanto duram. Se tiver diamantes melhor ainda, porque essa coisa da aliança de lata, brinde de um saco de batatas fritas, só tem graça ao pequeno-almoço e não acredito que a Tiffany & Co. aceite fazer-lhe alguma inscrição. Afinal nenhum de nós é a Audrey Hepburn.

Para os que não querem uma aliança com a forma a que habitualmente associamos a uma aliança, sugiro a Trinity da Cartier que já inspirou muito boa gente incluindo Jean Cocteau. O material é ouro amarelo, ouro branco e ouro rosa. Disse-me quem já a usou, que com o tempo e o uso, os três diferentes tipos de ouro diferenciam-se cada vez menos uns dos outros. Perfeito, querem melhor metáfora para uma relação?



Outra sugestão para quem não gostar da clássica forma de aliança, é a Tiffany Somerset em ouro branco.



Ou a Five-Row em platina.



Mais de acordo com a forma clássica de aliança de casamento a Tiffany 1837 em platina e Tiffany Wedding Band também em platina, são seguramente duas boas opções.





O modelo Love da Cartier foi criado nos anos 70 e os pequenos círculos representam a cabeça de um parafuso, como se uma vez posta no dedo não mais pudesse sair. 



Ainda na Cartier o modelo Lanières.




Para finalizar o modelo Bvlgari Bvlgari.